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O Alquimista – Que Decepção

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Me incomodava o fato de, apesar de ter lido muitos livros do Paulo Coelho, nunca ter lido O Alquimista, livro esse que foi traduzido para mais de 56 línguas, tendo vendido mais de 65 milhões de cópias em todo mundo, e com certeza mesmo sem ter lido, só esses dados já indicam um grande sucesso.

Uma vez ouvi alguém falando sobre livros, e ele dizia que deve-se presumir, que cada unidade de um livro, era lida no mínimo por 3 pessoas. Nesse caso alcançando 195 milhões de pessoas, que já leram esse livro. Bem isso é só uma estimativa, mas o certo é que O Alquimista é o “carro-chefe” da obra do autor.

Eu Esperava Bem Mais

Tanta gente falando, a tanto tempo desse livro, que eu esperava mais. Não foi o monstro da expectativa que me pegou, mas simplesmente achei a história fraca.

A história é escrita de forma tão simplista (não confunda simplista com simplicidade), que em certos momentos se torna chata.

O fato do autor na maioria da história, não chamar as pessoas pelo nome, me passa a idéia de que ele é feito inteiramente para que quem o leia, se identifique com QUALQUER UM DOS PERSONAGENS (por favor se identifique com alguém). Como assim? Eu explico. Você lê; “o jovem pastor que tem mil sonhos e vai em busca…“, sem o nome do personagem facilmente, você coloca o que ali? O SEU NOME. E é assim com todos os personagens, o pastor, o inglês, o alquimista, o dono da loja de cristais.

No FINAL do livro, alguns nomes são revelados, mas ai já não faz mais tanta diferença. O fato dos nomes não serem pronunciados não fica legal, como fica por exemplo em Kill Bill e A Noiva.

Sempre achei que para o maior sucesso literário do autor, O Alquimista deveria ser um livro excepcional, mas o que encontrei na verdade, foi uma história não tão bem escrita, que busca ter um apelo para que qualquer um se identifique.

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